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15 de mar. de 2015

Você me bagunça (O teatro Mágico)




Você me bagunça e tumultua tudo em mim
Essa moça ousa, é musa e abusa de todo meu sim
Você me bagunça e tumultua tudo em mim
E ainda joga baixo, eu acho, nem sei
Só sei que foi assim
Assimila, dissimula, afronta, apronta
Diz: "carrega-me nos abraços"
Lapida-me a pedra bruta, insulta
Assalta-me os textos, os traços
Me desapropria o rumo, o prumo
Juro, me padeço com você
Me desassossega, rega a alma
Roga a calma em minha travessia
Outro "porquê"
Parece que o coração carece e diz: "para!" Silencia
Se embrulha e se embaralha
Reconsiderar o ar, o andar
Nossa absolvição, a escuta e a fala
Nos amorizar o dia, a pia, o corredor
A calçada, o passeio e a sala
Se perder sem se podar e se importar comigo
Aprender você sem te prender comigo
Difícil precisar quanto preciso
Difícil precisar quanto preciso

21 de jan. de 2015

Não culpem as rochas

Um dia seremos pedra. Ou estaremos sob elas. Quiça estaremos muito acima delas. Ou sufocados pelas mesmas. Teremos que nos encontrar com todas as pedras que engolimos, ou atiramos. A certeza desse encontro só não incomoda os tolos. Aqueles que se julgam além das pedras. Incrível como algumas pessoas não aprendem com as experiências, com o tempo e com as pedras. Algumas pessoas serão sempre fragmentos que não encontram a sua totalidade. Nunca se tornarão rochas pelo simples fato de se contentarem em ser fragmentos. Fragmentos de vida, de história, de vivências. Fragmentos frágeis que não encontram meios de se consolidar. As rochas incomodam. O que os fragmentos não sabem é que ninguém nasce rocha. Ser rocha demanda auto-conhecimento, trabalho árduo, investigações, pesquisas, experimentos. É muito mais fácil ser fragmento e odiar a rocha do que se auto-conhecer e encontrar seus meios de consolidar-se. As pessoas tem medo de evoluir e encontrarem-se com elas mesmas. A pior convivência é consigo mesmo, quando você não sabe com quem está convivendo. Viver sob o mesmo teto e não saber com quem pode ser uma das piores experiências que um ser pode experimentar. Jung, em sua profunda sabedoria, escreveu "Qualquer árvore que queira tocar o céu precisa ter raízes tão profundas a ponto de tocar o inferno". Poucos são aqueles que tem coragem, ousadia e determinação para tocar o inferno. Se não quiserem, não toquem, mas depois, não culpem a rocha.

24 de dez. de 2014

Feliz Natal...


Que nesse Natal você não se esqueça de nenhum desses ingredientes para colocar na sua ceia e na sua vida. Feliz Natal a todos que por aqui passarem!

20 de ago. de 2014

As seis perguntas





As seis perguntas ...
"Em algumas tribos nativas, se você chegar ao curandeiro se queixando de desânimo, de depressão, ele irá te fazer 6 perguntas:
- Quando você parou de dançar?
- Quando você parou de cantar?
- Quando você parou de acreditar?
- Quando você parou de se encantar pelas estórias?
- Quando você parou para silenciar?
- Quando você parou de amar?"...
Via Ivan Alves Diniz

11 de abr. de 2014

9 de abr. de 2014

Nunca