..

..
Mostrando postagens com marcador filmes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador filmes. Mostrar todas as postagens

13 de fev. de 2007

O amor é uma força da natureza...





Dispa-se de todo o preconceito contra orientações sexuais, dirija-se à locadora mais próxima e veja O Segredo de Brokeback Mountain. Em princípio, você pode achar que é só mais um filme sobre gays, mas no final vai acabar cedendo aos encantos do filme e à proposta de Ang Lee. A história é tão bem montada, tão bem encenada e tão bem dirigida, que a partir de certo momento não se pensa mais que os personagens são do mesmo sexo e sim na pureza e na itensidade do sentimento que os envolve. O filme não é piegas e nem sexista. As cenas não são vulgares e não existe qualquer possibilidade de alguém achar que o centro do filme é o homosexualismo. O filme é sensível e peculiar. A intenção não é chocar. A intenção é tão somente mostrar que o amor é realmente uma força da natureza. Eu desafio os machões de carteirinha a assistirem o filme e não se emocionarem.

11 de fev. de 2007

Preconceito


Tenho um puta preconceito contra filmes brasileiros. Isso mesmo, não curto, não assisto e falo mal, não assito e meto o pau, simplesmente não assisto. Ontem porém, num daqueles momentos de quarto de hotel, quando já se zapeou tudo que se poderia, deveria e mais um pouco, achei "Os Normais, o filme" sendo exibido. Um monte de gente e quando digo um monte me refiro a um monte mesmo, diz que quando assiste o seriado "Os normais" lembra-se de mim , mas até hoje não entendi o porquê. Voltando ao filme, algo de anormal me chamou a atenção. Teria sido o meu anormal interesse por filmes brasileiros? o meu anormal riso quando assisto comédias (odeio comédias e nunca acho graça), o meu anormal gosto por um casal vestido de noivos (alías, eles passam o filme todo vestidos assim). Sim, eu gostei do filme. O filme é babaca, porém de uma fidelidade tocante à natureza humana. O filme mostra de maneira normal o anormal dos relacionamentos a dois, que de tão anormais tornam-se normais e que ao fim ao cabo a gente fica achando que é normal ser anormal, ou algo muito parecido com isso.