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3 de mar. de 2007

"Até que a morte os separe"

Será? Eu, particularmente acho que sim ou pelo menos, deveria ser assim. Casamentos deveriam durar a vida toda. Um apenas, um lindo e imaculado casamento. Tenho uma opinião simplória sobre casamentos. Se for muito, mas muito bom mesmo, tem que ser somente um...na vida. Se for ruim, tremendamente ruim, tem que ser somente um e pronto. Primeiro, você não vai arrumar dois homens maravilhosos nessa vida para casar-se com eles e, segundo, ninguém deveria ser tão burro para querer repetir uma experiência desastrosa. Casamentos que nascem para durar a vida toda respeitam três princípios básicos: respeito à individualidade do outro, respeito à individualidade do outro e respeito à individualidado do outro. Sem esses três ingredientes não há casamento que dê certo. Você não se adona do sujeito porque casa com ele. Que mania que esse povo tem de querer virar dono do outro. Deixa o outro viver sossegado. Quem tiver que fazer algo, que a outra parte considera errado, vai fazer de qualquer maneira, então relaxa! E parem de querer paixão o tempo todo! Quem falou que paixão não está planejada para durar, no máximo e tão somente, dois anos. Sim, dois anos, isso é científico e o ser humano não pode viver apaixonado ou não conseguiria cumprir seus papéis primários e básicos para fazer valer o dito cujo contrato. E de mais a mais, quem aguentaria mudar de marido de dois em dois anos para viver somente em estado de paixão? Paixões teimam em morar do outro lado da cerca. Além disso, existem as famosas e assustadoras pensões. Conheço homens que se casam tanto, mas tanto, que o salário não é suficiente para sustentar tantas famílias. Por tudo isso, e para ser prática, sou adepta ao casamento "até que a morte os separe". Afinal de contas, o objetivo final é encontrar a melhor forma para ser feliz, até que a morte nos separe... da vida!!!

9 comentários:

Anônimo disse...

Tenho outras opiniões sobre casamento... Um outro ponto de vista que nem vai caber aqui de tanta escrita...
E q tbm me dá preguiça rs

Legal esse blog, vai de cortes de cabelos a sabores de toddy.

Foi bom conhecê-lo, até.

Anônimo disse...

Casamentos são burros. Deviam existir em 3 versões. A Light, onde duas pessoas namoram mas não moram juntos, não têm filhos e conseguem respeitar perfeitamente os momentos e os espaços do outro. A Standard, quando nascem os filhos, e que existiriam sob esse objetivo, de cuidá-los e criá-los na melhor forma e harmonia, acabando automaticamente quando os filhos estivessem independentes ou em idade de entender o processo. A terceira versão seria a Master, onde as pessoas coabitariam com o objetivo de terminar a vida juntos, apoiarem-se na velhice, cuidarem-se uma ao outro nessa fase onde o organismo torna-se frágil e a solidão é quase certa. As comunidades considerariam essas formas de união e se estruturariam adequadamente para a convivência harmoniosa e saudável entre os seus componentes, com todas as especifidades possíveis. O resto que se fudesse.

Anônimo disse...

Casamentos,penso eu,deveriam ter prazo de validade. Seriam renovados ou não, a cada 2 anos, sem brigas, justiças,pensões e outras . Mas, teria que ter um último, onde o prazo de validade seria até que a vida de fosse de um. Ainda sonho com esse. Serei a, e terei uma pessoa para trocar dentaduras sem preconceitos.
Será que falei bobagem? Mais tarde eu penso nisto.

Anônimo disse...

Correção: até que a vida de fosse de um se acabasse.

Anônimo disse...

Cacilda, correção novamente: até que a vida de um, vá embora,pro andar de cima.
Eu mereço errar tanto!! isso é que chamo de sono. Não o da morte,claro.

Anônimo disse...

Para se ter sucesso em qualquer relação é necessário maturidade emocional. Para se obter esta maturidade o investimento pessoal de autoconhecimento e autodesenvolvimento deve ser contínuo. Este trabalho desacomoda, causa dor, mas amadurece.
Deixo de achar que o outro é responsável pela minha felicidade, paro de transferir minhas inseguranças e passo a acreditar que posso e mereço ser amada.
Viver é uma arte maravilhosa. Casados para sempre ou apenas por duas horas o que realmente importa é conseguir ter consciência de estar agindo para gerar felicidade e não sabotá-la.
Tudo que se relaciona comigo está em MINHAS mãos transformar, eu realmente acredito nisso.
Querida amiga um beijo enorme e parabéns pelo lindo blogger.

Anônimo disse...

Por mais que me esforce em acreditar na possibilidade de uma relação até que a morte separe só a encontro justamente quando uma das partes se abstem de sua individualidade. Mas não vim aqui para criar celeuma. Vim para ler textos bem escritos. E quanto a isso, não nego: sou seu admirador.

Anônimo disse...

Quando pensei haver me livrado dela sou comunicado pela própia de um Blog feito por ela!!!!tome susto, logo pensei ‘pronto lá vai começar tudo de novo, vamos as tapas depois parcos beijos etc,’o mais interessante foi seu alerta que como intimidade não deve ser revelado. Somente para contrariar e fazer uma critica e lhe dar um motivo para brigar comigo vou logo dizendo que o ‘meteoro’ na NET sou eu, o brilho foi fugaz e fraco como todo meteoro que não suporta nem o contato com o etéreo ar e se esvaí. Ao contrario dela que é um cometa, é eterno de brilho fulgido e luminosidade única, com seus ciclos evolutivos parecido com seu humor. Afortunados somos nós em tê-la como amiga, pois felizes não são os que a fortuna pode dar, mais sim a quem ela nada pode tirar.Como faz tempo que não conversamos vou lhe dar dois cheiros no cangote.(Caronte)

Lili disse...

Amar é tão simples e tão complicado, né, Meteora? O mais difícil do casamento eu acho que é a obrigatoriedade de acordar juntos todo-santo-dia. É horrível.Mas o que dizer dos dias solitários, quando tudo que se quer é um braço carinhoso para se deitar a cabeça, bem quietinha, e o dito cujo NÃO está lá? Por isso tudo é que resolvi, já faz tempo, amar como eu puder, como eu souber, enquanto o amor estiver aqui. Beijo!